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Review: Duke Nukem Forever


Nome: Duke Nukem Forever
Produtora: Gearbox Software
Plataformas: PC*, XBox 360 e PS3
Autor: Ítalo Donato

           
   Há 14 anos, Duke Nukem Forever foi anunciado. Todos ficaram eufóricos com o jogo, pois, até então, Duke Nukem tinha sido consagrado o melhor jogo de tiro do ano, e os jogadores mal podiam esperar para jogar uma continuação. Bem, eles tiveram que esperar bastante, por que Duke Nukem Forever não iria sair nem tão cedo, nem tampouco para as plataformas "atuais" da época.
    Em 2011, algo aconteceu. Foi confirmada uma data de lançamento para o jogo ser, finalmente... Adiado outra vez. Mais uma decepção para os "não-mais-fãs-de-Duke", que esperaram mais de dez anos para o jogo ser adiado um pouco mais. Para os jogadores, esperar era a única solução. Então, eis que surge um vídeo, definindo a data oficial de seu lançamento. Eis que surge um game. Esse game é: Duke Nukem Forever.


   Duke Nukem Forever foi muito superestimado, por conta de seu longo "lançamento", mas, é um jogo de tiro em primeira pessoa, como outro qualquer. Bem... Nem tanto. Apenas algumas palavras são ditas para definir Duke Nukem Forever: Usar o mictório, fazer um touchdown com o olho de um ciclope, passear pela mansão, enfrentar aliens e por aí vai. Mas, DKF não era o mar de rosas que todos imaginavam que ele parecia ser. Bugs constantes, jogabilidade totalmente frágil, história de filme para a "Sessão da Tarde" e entre outros fatores que tornam DKF longe de ser mais uma épica aventura do nosso "não-mais-herói-que-usa-esteroides". Mas, antes de "metralhar" o lado ruim do game, vamos à uma análise realmente crítica, analisando os modos e dizendo seus pros e contras.
   O primeiro modo a ser jogado por qualquer jogador, é o modo história/campanha single-player. Nesse modo, você controla Duke Nukem, um policial que luta contra as forças alienígenas. A história do jogo é bem básica: Após 14 anos de folga (literalmente), Duke volta a bater em aliens que estão invadindo a Terra. Sim, a história é só isso. Boa, não? Não. Esse já é, com plena certeza, um dos vários motivos de decepção dos jogadores que esperaram o game. Na campanha, você pode interagir com cenário. De acordo com a sua interação, seu EGO (Saúde/Vida) vai aumentando, uma coisa que não é lá tão útil assim, mas, é bem legal ver coisas do cenário sofrendo interações (algumas são bem engraçadas). As armas, fases e enredo do jogo foram totalmente detonadas. Duke Nukem foi jogado ao céu azul e levou uma baita queda. E não se recuperou.



   Sobre a parte gráfica do game, ela decepciona bem menos que o modo história. Seu motor gráfico parece ser o mesmo usado em Brothers in Arms: Hell's Highway, jogo também da Gearbox Software. O grande problema é: Brothers in Arms: Hell's é um game de 2007, e DNF é de 2011, ou seja, uma grande diferença de data. No ano de 2011 temos games com uma qualidade gráfica impecável, como Crysis 2 e Killzone 3, e que não deixam a desejar em momento nenhum. DNF tem seu motor gráfico passado e inutilizável nos dias de hoje. Ponto negativo!


O VEREDITO


Duke Nukem não é mais o mesmo! Piorou! Piorou de vez! Um jogo que não deve ser herança para os seus filhos. Vá jogar GTA!


Prós


+ Retorno de Duke
+ Qualidade sonora muito boa
+ Piadinhas engraçadas
+ Veja pelo lado bom...


Contras


- ... não tem lado bom.
- Jogabilidade horrível
- Gráficos piores ainda!
- História horrível!
- Dê o fora dessa página e vá jogar algo decente!




Vídeo Analise:


EM BREVE


Download do Jogo:


EM BREVE


NOTA FINAL: 4,0







Review: League Of Legends


Nome: League of Legends
Produtora: Riot Games
Plataformas: PC*
Autor: Augusto Alencar



     Bom galera, o Analise Jogos andou parado por um tempo, fato, mas hoje estamos de volta com força total! E eu decidi trazer até você um jogo que eu não fazia ideia da existência. “Legue of Legends”, mais conhecido pela sigla LOL. É um jogo publicado pela Riot Games, exclusivamente norte americano, ou seja, não é que você não possa baixar, mas não existe versão em português, 80% dos jogadores são americanos e 20% de outras nacionalidades, isso claro são dados aproximados.

Como é o jogo:

    Bom, o Legue of Legends é uma batalha, mas para começar a luta você deve escolher um estilo de jogo, que vou comentar abaixo. Seu objetivo é destruir a base inimiga, você não criar seus personagens, eles já existem com suas próprias habilidades. Esses personagens recebem o nome de “Champions”.
    Durante a semana estão disponíveis alguns Champions para jogar de graça, calma, o Legue of Legends é gratuito, mas voltando, caso você goste de um deles poderá compra-lo com IP (dinheiro do jogo) cada personagem tem um custo diferente, quando você compra-lo não importa se ele não esteja grátis, você poderá jogar com ele sem pagar.
    O jogo baseia-se em destruir a base inimiga. Mas os inimigos também querem destruir sua base, e por isso ocorrem várias lutas entre Champions. Dentro do mapa você precisa comprar itens, com GOLD, que você consegue matando monstros.

Os Monstros:

    Dentro do jogo existem vários monstros, os quais você pode matar para conseguir dinheiro. Os monstros mais famosos são os “Mínios”. Cada time tem seus próprios “Mínions” e eles são liberados de acordo com um tempo. Os “Mínions” estão programados para destruir as torres inimigas, ao derrotar um “Mínion” você ganha Gold e XP.
    Alguns monstros dão “bufs”, que são círculos mágicos que dão temporariamente poderes ao seu personagem, ou seja, o torna mais forte, mas claro, apenas se você derrotar os monstros antes.

Os Champions:

    Cada Champion tem suas próprias habilidades e estilo de jogo. Eles podem ser comprados na loja ou utilizados quando estão grátis na semana. Os Champions tem 3 habilidades e uma habilidade suprema, a “Ultimate”. As três habilidades geralmente são normais, já a Ultimate é muito útil. Dependendo do Champion as habilidades e Ultimates mudam, e fazem coisas diferentes.








Estilos de jogo:

Existem atualmente 4 estilos de jogo, o estilo “Custon”, o estilo “3 vs 3”, o estilo “5 vs 5” e o estilo “5 vs 5 versus bot”.

No estilo Custon você, além de poder escolher um dos 3 estilos de jogo em negrito, ainda pode escolher seus aliados e seus adversários, mas não pode escolher os Champions que eles irão utilizar.

O estilo 3 vs 3 tem um mapa diferente do estilo 5 vs 5, mas o modo de jogar continua o mesmo. Objetivo: destruir a base inimiga e aniquilar os Champions adversários. No estilo 3 vs 3 o campo é menor e tem menos monstros.

As diferenças são que no mapa 5 vs 5 o campo é bem maior, além de ter mais torres e mais monstros. O estilo 5 vs 5 contra bots tem o mesmo campo que o 5 vs 5, mas em vez de lutar contra pessoas, seus adversários são controlados por computadores, ou seja bots.

Estilo de Champions:


Os Champions têm estilos diferentes, como os abaixo:

Ability Power: São os Champions que geralmente tem pouco HP, e usam dano tipo mágico para atacar seus oponentes, ou seja, dano com as habilidades.

Tanker: São os Champions que fazem itens de defesa, com objetivo de proteger seus aliados.

Suporte: São Champions que fazem itens variados, porém suas magias não tiram muito dano, mas ajudam bastante seus aliados.

“Dps”: Champions que fazem itens para aumentar agilidade com ataque.


Ataque damage: São Champions que não atacam tão rápido quanto os “Dps”, mas tiram um dano devastador cada vez que batem.

OBS:

Coisas que me esqueci de comentar e vou colocar aqui, nos campos existe 3 caminhos:
 “Top”(topo), “Bott”(baixo) e “Mid”(meio) eles são conhecidos como Lanes.
O campo 5 vs 5 tem as 3 Lanes, mas o 3 vs 3 não tem a Lane “Mid”.


Pessoal, não comentei tudo, pois Legue of Legends é um jogo enorme, então peço perdão a todos por ter dado essa resumida, espero que tenham gostado. Qualquer duvida podem postar abaixo que terei prazer em ajuda-los no jogo.





Prós :


+Boa jogabilidade 


+Grafico


+Viciante


+Variação de personagens.


+Itens recomendados pra ajudar novatos.




Contras :

-Dependencia do time


-Dificuldade no inicio do jogo



Vídeo Analise:





NOTA FINAL : 9,0

Em breve voltaremos...


Olá pessoal... a quanto tempo ein... Também estávamos com saudade, mas calma, dia 11 de Setembro de 2011 está chegando e estamos preparando tudo para que vocês aproveitem. Novas analises, novos videos, novos downloads, mas a mesma diversão de sempre....


Aguardamos vocês

MAIS UM ADMINISTRADOR!!!



Com a volta as aulas, tudo fica muito corrido, por isso concedemos o previlegio de administrador a um dos nossos redatores ( Ítalo Donato ). Ele irá ajudar a organizar o site. Agradeço a todos que visitam o Analise Jogos. E estamos criando um site para analisar musicas ( Music Video, letra, tradução, etc. ), algumas revelações da web ( claro, tudo relacionado com musicas ). Nem o nome, nem o site foi criado, mas quando lançar nós anunciaremos aqui, no orkut, twitter...

Review: BioShock


Nome: BioShock
Produtora: 2K Games
Desenvolvedora: Irrational Games
Plataformas: PC, X360, PS3, MAC
Autor: Ítalo Donato


O que nos torna tão especiais? Nossas habilidades? Nossos conhecimentos? Não, não é nada disso. Segundo Andrew Ryan, o criador da grande cidade submarina Rapture, para ele "Nossas escolhas nos fazem." Andrew era um grande homem. Ambicioso, visionário e maligno, não se conseguia ver dentro de uma sociedade qualquer. Então ele resolveu criar uma cidade, bem no meio do gigantesco oceano Atlântico, onde não existem ''deuses ou reis. Nesta cidade, o artista não teme a seu mestre, o grande não fica constrangido pelo pequeno, e cientistas não são limitados pela moralidade". Mas tudo está prestes a mudar...

Um desastre aéreo ocorre na área onde Rapture está localizada. Um sobrevivente chamado Jack, encontra um passagem para Rapture. Ele encontra uma espécie de "submarino-bolha", que o leva para a grande cidade submarina. Luzes de Neon, prédios gigantescos, criaturas do fundo do mar e uma grande mensagem: "Feliz 1959, Rapture". Isso já deixa o jogador boquiaberto e, sem dizer, que isso já mostra a beleza gráfica do game. Assim que a bolha para, o jogador se depara com uma Rapture totalmente diferente dos dizeres de Ryan. Os grandes se apoderaram dos pequenos, a ciência saiu do controle, pessoas tornam-se deuses e reis. Então, a primeira cena de horror aparece. Um homem pede ajuda, mas uma espécie de cadáver ambulante o ataca sem dó. Até que uma voz amiga, Atlas, chama Jack, e pede para ele pegar o rádio. Atlas ajuda Jack a se salvar, se Jack libertar a família de Atlas. Trato feito.





BioShock contém uma incrível atmosfera. Mas, os itens se destacam muito mais. Você começa apenas com uma chave inglesa, mas, logo, logo, você pega um dos primeiros poderes do jogo, chamados plasmids. No início, você só tem o plasmid "Electrobolt", poder de desferir raios em qualquer lugar. Isso tudo graças a ciência sem limites, descrita por Andrew. Mas depois, você pode dar upgrades em seus plasmids ou simplesmente, comprar outros. Uma das coisas mais legais do jogo, são as máquinas. Sim, as máquinas. Qualquer tipo, seja de vender itens, câmeras, enfim, todas elas. Você pode hackear essas máquinas dando a elas um novo efeito. Exemplo: se você hackear um máquina de vender itens, o que ela vende por 60 Dollars, ela vai vender por 15!. Você pode fazer isso insanamente com todas as máquinas. As armas de fogo ou armas brancas também são pontos fortes do game. Você pode incrementar um simples revolver, para deixá-lo com balas de prata, bronze, choque e assim vai.






Armas e Plasmids são uma das atrações do jogo, mas não é "A" Atração. Sabe aquele brutamontes vestindo um escafandro no logo do jogo (primeira foto deste Review)? Pronto. Aqueles caras são parada dura! São os Big Daddies. Big Daddies são seres (humanos ou não, não sei dizer) que protegem as coletoras de ADAM, uma espécie de experiência do jogo, as Little Sisters. Se você tentar atacar um Big Daddy, então prepare-se, pois, o caldo engrossa bastante! Você tem de esperar o momento certo para atacá-lo, pois, eles são rápidos e fortes. Assim que você mata um deles, cabe a você a escolha de SALVAR ou MATAR a Little Sister. É simples, se você SALVAR a Little Sister, você recolhe pouco ADAM, mas deixa a garotinha viver. Já se você MATAR, você recolhe um quantidade enorme de ADAM, mas a garotinha morre. Lembrando que, se você matar as Little Sisters, você libera um final. E se você salvar as Little Sisters, você terá outro final. Ou seja, zere duas vezes!




Com uma dublagem magnífica, e músicas que deixam o jogador a flor-da-pele, o áudio se destaca bastante no game. A ligação entre o conjunto sonoro e o conjunto visual, é simplesmente, divina. Objetos caindo, explosões, pessoas gritando e a narração do Andrew Ryan deixam as coisas mais apavorantes. Ah, não se esqueça de pegar todos os diários de áudio escondidos pelos escombros do cenário. Eles fazem você entender tudo o que está acontecendo na esquecida cidade submarina. E eles te dão uma surpresinha, se você estiver jogando na versão do Xbox 360. 


Para quem gosta de imersão total em um game, com história, jogabilidade, gráficos e áudios magníficos, BioShock foi especialmente feito para você. Deguste esse clássico devagar, apreciando cada detalhe. Mas, não deixe esse game passar batido na sua coleção, pois, game assim, só daqui a décadas!




Prós


+ Visual incrível


+ História mirabolante


+ Áudio divino


+ Muitos coletáveis


+Vontade de zerar várias vezes






Contras


- Você está aqui parado lendo a análise, logo, você não está jogando BioShock!


- Eu estou fazendo a análise, logo, não estou jogando BioShock.




Vídeo Review IGN (em inglês)





Vídeo Analise







Download do Jogo




Clique aqui para baixar (PC)




Clique aqui para baixar (MAC)




Clique aqui para baixar (X360) [RegionFree]








Nota: 10,0



Review: Dark Sector



Nome: Dark Sector
Produtora: D3 Publisher
Plataformas: PS3, X360, PC
Gênero: Ação
Autor: Ítalo Donato

Cerca de quatro anos atrás, a produtora D3 Publisher resolveu largar a produção de jogos do Ben 10 e decidiu mergulhar em um jogo independente. Assim nasceu Dark Sector, um aclamado jogo de ação em 3ª pessoa que junta elementos de tiro com sistema de cover, bem "a lá" Resident Evil 4.

Em Dark Sector, você controla o agente Hayden Tenno, que é mandado para a Lasria - Um pequeno país Soviético - e tem a missão de eliminar o maligno Mezner. Mas o que Hayden não sabia, é que Mezner é um doutor louco, com toxinas infecciosas que transforma as pessoas em um tipo de mostro, guardadas em seu laboratório. Quando Hayden encontra o tal doutor, ele enfia uma lâmina com parte da toxina no braço direito do nosso herói. Hayden tem seu braço transformado em pele de monstro com poderes especiais e uma espécie de Boomerang.
Dark Sector contém apenas dois modos de jogo: Story e Lan Game. O Story Mode é bem básico. Você controla Hayden é tem de passar várias fases até chegar em seu objetivo. No Lan Game, você e mais algumas pessoas do mundo podem batalhar em vários tipos de jogo, como Deatchmatch e Team DM. À medida em que você joga, vai liberando vários trofeus bônus do jogo. Você tem a ajuda do mercado negro durante o Story mode, onde você pode comprar, vender e tunar armas.




A parte gráfica do jogo está muito boa, com efeitos de luzes bem planejados, e reflexos muito bem feitos (só o cabelo do protagonista é mal feito, pois, parece plástico). Os inimigos ficaram um pouco estranhos pois, quando morrem ficam moles, parecendo papel. O jogo não se destaca por ser bem feito em pequenos detalhes, mas sim em detalhes grandes. Robôs gigantes sendo destruídos, inimigos sendo decepados, tudo isso e muito mais você encontra muito bem na parte gráfica do game.

Passemos para o áudio. É uma das coisas mais dispensáveis no game. Dublagens de 2º, músicas nem um pouco atrativas e efeitos sonoros pobres. O áudio realmente não ajuda nem um pouco o jogo, sinceramente.

Dando suporte à todos os joypads (Versão PC), a jogabilidade consegue ser incrivelmente maravilhosa. Nas versões de 360 e PS3, a jogabilidade continua com a mesma honra. Não tenho muito a falar sobre a jogabilidade, mas é bem simples e intuitiva.

Pois é, quatro anos já se passaram do lançamento do game, mas, ainda continua de pé nas prateleiras das lojas de games. Como não é mais vendido no Brasil, passou a ser distribuído pela Revista Fullgames, da editora Moving.

Espero que tenham gostado do Review! See You Later, Guys!





Prós

+ Gráficos muito bons

+ Jogabilidade Totalmente aceitável

+ Divertido Pakas!






Contras

- Jogo Curto (apenas 10 capítulos)

- Áudio precisa ser um quesito melhorado numa próxima versão

- Modo Online necessita de várias atualizações para rodar




Vídeo Review IGN ( em inglês )




Vídeo Análise




Download do Jogo









Tá afim de comprar o jogo? Então clique aqui



NOTA FINAL: 7,5